Porque nem só a mamã tem desejos…

O papá também os tem ocasionalmente e um destes dias o seu desejo foi de canelones. Ao deambularmos pelos corredores do supermercado eis que olho para dentro do carrinho de compras e me deparo com uma embalagem de massa de canelones… “É para me fazeres uns canelonesinhos que me está mesmo a apetecer!” – disse-me com a carinha de criança que ele tão bem sabe fazer e que eu simplesmente não consigo resistir.


Nesta altura ainda não tinha comprado a máquina de esticar massa mas entretanto ele já me disse que quer repetir desta vez com massa fresca.

Os canelones e respectivos recheios e molhos são como os chapéus: há muitos e mil e um diferentes. A escolha foi, no entanto, esta e devo dizer que foi acertada.




Canelones de Ricota e Espinafres


Ingredientes 
  • Massa de Canelones q.b.
  • 250 gr Ricota
  • Espinafres cozidos a gosto
  • 3/4 tomates maduros
  • 1/2 cebola
  • 2 folhas de mangericão
  • Azeite q.b.
  • 500 gr Leite magro
  • 80 gr farinha
  • 30 gr creme vegetal (usei de soja)
  • Sal e pimenta
  • Pitada de Noz moscada
Preparação

1. Fazer o molho branco juntado, no copo, o leite, a farinha, o creme vegetal, uma pitada de sal e a noz moscada e programar 8 minutos, 90º vel 4. Retirar e reservar.

2. Depois de limpo, colocar o copo em funcionamento na vel 5-6 e, pelo bucal, adicionar a cebola de forma a picar. Juntar de seguida o azeite, os tomates pelados e cortados em pedaços, as folhas de mangericão e temperar com sal. Programar 7 minutos, 100º, vel 1.

3. No final do tempo triturar durante alguns segundos na vel 6-7.

4. Numa taça misturar a Ricota e os espinafres picados e temperar com sal e pimenta. Rechear cada canelone com esta mistura - recorrendo a uma colher pequena ou, como eu, a um bico de pasteleiro (ou usar um saco de plástico cortado numa das pontas para fazer o mesmo efeito).

5. Num pirex de forno dispôr o molho de tomate e por cima os canelones. Regar com o molho branco e levar ao forno pré-aquecido a 200º cerca de 25-30 minutos.

6. Decorar com umas folhas de mangericão e servir.


Bom Apetite, Su

Pavlova de Framboesa com Mascarpone... metade suspiro, metade molotof

Ocasionalmente faço uma sobremesa para levar para casa dos pais ou sogros e ao ver várias receitas de Pavlova resolvi experimentar esta por me parecer uma receita simples e leve mas ao mesmo tempo apetecível. Inspirei-me na receitinha da Anasbageri que se encontra aqui.

Mas decidi ser um pouco aventureira e arriscar nesta receita de primeira viagem. Na Pavlova em si, decidi adicionar-lhe Vinagre de Framboesa o que lhe conferiu um sabor frutado mas suave. Na cobertura, e porque o chantilly não é das opções favoritas do Nuno, optei por fazer um creme de mascarpone que pegou muito bem com os frutos vermelhos.



Curiosamente, em todas as receitas que tinha consultado, apenas tinha visto o exterior da Pavlova pelo que foi com alguma surpresa que constatei que o interior fica, na verdade, semelhante ao molotof dado que julguei que ficaria mais como um suspiro. Mas acabou por ser uma surpresa excelente uma vez que sou fã da textura estilo nuvem, e esta receitinha será certamente para repetir mais vezes.


Ingredientes

  • 6 claras
  • 260 gr de açúcar
  • 1 colher de sopa rasa de farinha maizena
  • 2 colheres de chá de vinagre de framboesa
Para a cobertura:
  • 375 gr Mascarpone
  • 1 iogurte natural cremoso s/ açucar
  • 1 c sopa de açucar
  • 2 c. chá de vinagre de Framboesa
Preparação

1. Aquecer  o forno a 150°C. Colocar uma folha de papel vegetal num tabuleiro de ir ao forno.

2. Bater as claras até quase ao ponto de castelo. Aos poucos adicionar o açúcar sem parar de bater até a mistura estar dura e brilhante. Juntar a farinha maizena peneirada e o vinagre e bater mais um pouco.

3. Colocar o merengue no tabuleiro e dar-lhe uma forma arredondada.

4. Baixar  a temperatura do forno para  120°C e cozer pavlova, sem abrir  a porta do forno durante 1 hora e 20 minutos. Deixar a pavlova arrefecer dentro do forno.

5. Para a cobertura juntar o mascarpone, o iogurte, o açucar e o vinagre. Bater até obter uma mistura cremosa. Decorar a pavlova com esta cobertura, framboesas e morangos.


Bom Apetite, Su

Um Casamento num dia de sol... e uma barriguita.

Que mais poderá um casal de noivos querer do que um dia de sol fabuloso para o grande evento, a família reunida feliz e um local descontraído e belo para celebrar?

Foi precisamente tudo isso que o casal de noivos teve neste fim-de-semana de sol a antever a chegada da primavera em todo o seu esplendor. Uma cerimónia civil seguida de um almoço verdadeiramente relaxante numa quinta alegre, bonita e extremamente acolhedora foi a base para esse dia.


Comida bem ao estilo rústico alentejano, com bom vinho a acompanhar e com uma sobremesa fantástica no final. Não tenho a receita, porque como é óbvio, não é minha. Mas ainda assim não podia deixar de partilhar aqui aquilo que mais gostei.



Partilho ainda a barriguita que, apesar de não se perceber muito bem pelas fotos e pela indumentária, está lá e bem presente.


Bom Apetite, Su

Simplement Parfait

Sou completamente viciada em iogurtes naturais. Simples, sem qualquer tipo de açúcar e de preferência cremosos como o iogurte grego.
E sendo que, na condição de grávida, há que ter muito cuidado com os doces e sobremesas, nada como optar por opções mais saudáveis mas que satisfaçam a vontade de algo mais depois de uma refeição.



Este Parfait não poderia ser mais simples, e ainda assim para o meu paladar em nada se fica atrás a um cheesecake ou leite creme – duas das minhas sobremesas favoritas.
O aspecto é simplesmente delicioso, porque também os olhos comem, a textura do muesli faz toda a diferença quando aliada à cremosidade do iogurte e o travo dos morangos funciona como a surpresa que nos faz querer chegar mais fundo para apanhar melhor aquela ultima camada.


E o melhor é que não tem necessariamente de ser uma sobremesa. Este parfait é excelente ao pequeno almoço ou ao lanche.

E assim é esta sobremesa... simplesmente perfeita.

Parfait de iogurte, morango e muesli


Ingredientes 
  • 2 iogurtes naturais magros cremosos (compro uns da marca Continente)
  • 5/6 Morangos  (origem Portugal)
  • Muesli a gosto
Preparação

1. Lavar e retirar os pés aos morangos. Triturar no copo da Bimby durante uns segundos na vel 5-6

2. Dispôr em camadas numa taça, começando pelo creme de morangos, o iogurte e mais um pouco de creme vermelho. Finalmente polvilhar com muesli a gosto.

3. Saborear sem qualquer sentimento de culpa...

Notas:
Esta não é uma sobremesa doce, mas suponho que quem queira possa adicionar um pouco de açucar ao puré de morangos para ficar mais doce. Ou em alternativa ao muesli, utilizar por exemplo granola que tem sempre adoçante natural.
Já experimentei vários mueslis, nomeadamente da marca Jordans - um pouco caros, à venda em lojas como o Celeiro Dieta - , mas neste momento estou a usar um que para mim é, de longe o melhor que já comprei até agora.
Master Crumble com frutas, sementes e nozes cuja embalagem podem ver aqui. E este pode ser adquirido no Lidl. Sim, no Lidl mesmo. E o preço é muito acessível, pelo que mais uma vez se comprova que nem sempre o mais caro é o melhor.
É realmente bom e, ao contrário de muitos mueslis tem mesmo fruta, sementes e nozes, e não apenas uma ou outra amostra destes ingredientes. Há outras variedades desta marca também que já lá tenho para experimentar.

Bom Apetite, Su

 

O verde e o amarelo tão típicos da primavera

A primavera chegou e com ela as flores de mil e uma cores e os campos verdes pontilhados de uma imensidão amarela. O simples facto de saber que o sol vai ser cada vez mais constante no dia-a-dia, que o calor vai aumentar e que os dias vão sendo cada vez mais longos deixa-me com um ânimo especial.


Esta receita não foi pensada como uma homenagem à primavera, mas depois de ver o resultado no prato concluí que teria de o ser.
Tinha um repolhinho biológico no frigorifico que havia comprado numa das minhas incursões ao mercado que, claro está, tinha de utilizar antes que se estragasse. E inspirando-me em algumas receitas que já havia visto por aqui e por ali, decidi fazer um prato diferente mas apelativo e saudável ao mesmo tempo.




As folhas eram pequeninas pelo que o resultado final não teve o efeito exacto que eu queria. Ainda assim este é um daqueles pratos saudáveis mas com bastante sabor.
Acabei por me esquecer de tirar uma foto ao recheio, mas suponho que não será dificil de imaginar.




Folhas de Repolho recheadas ao vapor com Arroz de Açafrão


Ingredientes

Para o Recheio:
  • 1 Repolho
  • Água a ferver
  • 200 gr carne picada de aves (usei hamburgueres de peru)
  • 1 cebola pequena vermelha
  • 1 c. sopa mostarda dijon
  • 1 tomate médio maduro
  • Azeite q.b.
  • Sal e pimenta
Para o Arroz de Açafrão:
  • Arroz basmati q.b.
  • 1 c. chá de açafrão das Indias
  • Sal
  • Fio de Azeite
     
Preparação

1. Separar as folhas de couve e aparar os talos.

2. Colocar 5 folhas, numa tigela e escaldar com água a ferver.

3. Cortar uma parte do repolho restante em juliana. Reservar.

4. No copo colocar o azeite, alho picado e a carne picada. Temperar com a mostarda, sal epimenta. Programar 8 minutos, T100º, vel colher inversa.

5. Adicionar a couve em juliana e o tomate picadinho e deixe cozinhar por mais 6 minutos, T100º vel colher inversa.

6. Distribuir o recheio de carne pelas folhas de couve e enrolar.

7. Coloque água no copo, uma pitada de sal, o fio de azeite e o açafrão . Disponha os rolinhos na Varoma. Programe 7 minutos, T Varoma, vel 1.

8. Coloque o cesto com o arroz dentro do copo e programe mais 8 minutos T Varoma, vel1.

9. Sirva os rolinhos acompanhados do arroz.

Notas:
1. Eu tento sempre tirar o máximo partido da usabilidade da Bimby, pelo que neste caso enquanto cozinhava a vapor na Varoma, usei o copo para o arroz.
No caso de não se ter uma bimby, basta fazer o arroz normalmente e usar uma panela de cozedura a vapor para os rolinhos.


2. Sempre que um prato necessita de um refogado eu tenho algumas regras light, para além do facto de usar a bimby o que evita a saturação das gorduras - tornando portanto o refogado muito mais saudável:
       i)   Uso apenas 1 fiozinho de azeite (ou uma noz pequenina de creme vegetal) e não mais que isso.
       ii)  Misturo um bocadinho de água para que o azeite nunca chegue a queimar.
       iii) Em certas receitas, como esta, coloco tudo em cru antes de começar a cozinhar para que os
            próprios alimentos libertem água no processo de cozedura.

Bom Apetite, Su

Tagliatelle com vieiras e lagosta ao molho cream cheese

Há uma série de tempo que andava com vontade de elaborar um qualquer prato com vieiras. Nunca tinha usado este ingrediente mas, seguindo um qualquer instinto, achei que ficaria bem num prato de massa.

E assim rumei ao melhor sitio que conheço para comprar marisco congelado, adquiri as minha tão ansiadas vieiras e uns rabinhos de lagosta porque o marido é fã incondicional do bichinho.



O resto foi um misto de invenção e inspirações por aqui e por ali, e o resultado mais uma vez agradou bastante ainda que não tenha sido exactamente o que eu tinha idealizado e concebido mentalmente.



O cream cheese revelou-se uma excelente alternativa às natas de soja e não tem, de todo, um sabor demasiado demarcado. Ao invés disso confere a cremosidade pretendida e um sabor suave e requintado que, misturado com o travo do limão, culmina num prato acolhedor e reconfortante.



Ingredientes

  • Tagliatelle integral
  • 500 gr Vieiras
  • 1 rabo de lagosta
  • 1 c. sopa de creme vegetal
  • 2 c. sopa de queijo creme light
  • 1/2 chávena de leite magro
  • Raspa de limão
  • Sal e Pimenta
  • Sementes de papoila para polvilhar
Preparação

1. Cozer a massa al dente

2. Cozer o rabinho de lagosta durante cerca de 5 minutos. Não deve ser cozinhada de mais
sob pena de ficar com consistência de borracha. Não há problema se ficar crua no meio dado
que ainda irá acabar de cozinhar na frigideira.
No final partir em bocados pequenos.

3. Colocar o creme vegetal numa frigideira e cozinhar as vieiras durante cerca de 5 a 7
minutos, virando a meio. Retirar as vierias para um prato e cobrir com um pouco de prata.
Juntar a lagosta e deixar fritar um pouco.

4. Retirar as a lagosta e reservar juntamente com as vieiras. Juntar na frigideira o queijo creme e mexer até ligar. Adicionar o leite aos poucos mexendo sempre e temperar coom sal e pimenta. Adicionar as raspas de limão.

5. Na frigideira juntar o marisco, a massa e um pouco da água da cozedura.

6. Servir polvilhado com as sementes de papoila.


Bom Apetite, Su

Tagliatelle Integral Laranja ... e o disfarce da palavra "integral"

Mal podia esperar para fazer uma segunda experiência com a máquina da massa. Desta vez optei por fazer uma massinha semi-integral para perceber qual o resultado final.
Como sei que o Nuno torce o nariz quando surge, sequer, a palavrinha integral achei que lhe poderia dar cor de forma a ficar mais disfarçada.



Mais uma vez gostei do resultado, ainda que tenha achado que o tagliatelle saiu um pouco largo demais, especialmente depois de cozido. Mas isto sou eu que sou uma fã das massas mais finas – como o esparguete, linguini ou tagliarini.
Da próxima vez acho que tentarei cortá-lo à mão e não com  a máquina para perceber se consigo fazer melhor.

O sabor da massa fresca é de facto muito bom, mas relembro o cuidado de não se passar o tempo de cozedura. Pelas duas experiências que tive, o ravioli por ser uma massa recheada demora entre 5-6 minutos a cozer, mas este tagliatelle demora apenas cerca de 3 minutos – isto para ficar al dente.


Ingredientes

  • 300 gr Farinha tipo 65
  • 100 gr Farinha Integral
  • 3 ovos
  • 1 c. sopa de pasta de tomate
  • 1 fio de azeite
Preparação

1. Coloque no copo todos os ingredientes e amasse 2 minutos, vel espiga. Deixe repousar cerca de 10-15 minutos.

2. Retire para uma superficie enfarinhada. A massa terá o aspecto de um conjunto de grumos, pelo que deverá amassá-la mais um pouco à mão de forma a uniformizá-la numa bola.

3. Divida a massa em 4 porções, formando bolas. Estique um pouco cada bola e use a máquina seguindo as instruções - começando sempre pela abertura maior e nunca saltando aberturas.

4. Depois de cortado o tagliatelle, estenda-o tendo o cuidado de separar cada fio para que não colem, e deixe secar durante algumas horas.

Notas:
Como não tenho nenhum utensilio próprio para secar a massa, usei o estendal com uns panos de cozinha, que serviu na perfeição.


Bom Apetite, Su

Creme de Beterraba

;A barriga já vai pesando e dias há em que me sinto completamente desprovida de forças, como se algo me sugasse as energias. Nesses dias sabe bem chegar a casa e ter uma sopinha pronta no frigorifico. Tomar um duche quente e reconfortante, enfiar o pijama depois de todos os rituais habituais do corpo, pegar no tabuleiro com uma tigela quentinha e uma frutinha e comer calmamente, sentada no sofá a ver um qualquer programa de televisão.

E claro, as sopas são um dos alimentos que mais benefícios nos proporcionam devido à sua riqueza nutricional. Este creme de beterraba, para além de tudo isso, torna-se ainda num esplendor de cor divertido e revigorante com um sabor intenso mas doce que nos faz querer repetir.



       "O pigmento que dá a beterraba as suas ricas cores, roxo e vermelho, betacianina também é um poderoso agente de combate ao cancro. As Beterrabas têm eficácia contra cancro de cólon, em particular, como tem sido demonstrado em vários estudos.

É muito baixa em calorias (100g contêm apenas 41) e gordura, mas é muito rica em fibras alimentares, vitaminas e minerais. Contém quantidades significativas de vitamina C, um poderoso antioxidante natural o que ajuda a limpar corpo dos radicais livres, um dos motivos para o desenvolvimento de cancros.

Beterrabas são especialmente ricos em folato vitamina B, que é essencial para o crescimento do tecido normal. Comer alimentos ricos em folato é especialmente importante durante a gravidez, uma vez que sem ácido fólico suficiente, a coluna vertebral da criança não se desenvolve adequadamente, uma condição chamada de defeitos do tubo neural. A necessidade diária de ácido fólico é de 400 microgramas. Apenas um copo de beterraba cozida contém 136 microgramas de folato.

Escolha beterrabas pequenas ou médias cujas raízes estão firmes, de pele lisa e com profundidade de cor. 
Evite beterraba que tem manchas, hematomas, áreas molhadas, as quais indicam deterioração. Beterraba murchas ou flácidas também deve ser evitada uma vez que estes são sinais de que as raízes estão envelhecidas, resistentes e fibrosas.


Armazene beterrabas lavadas no frigorífico onde se manterão durante duas a quatro semanas.
Não congele beterrabas cruas já que elas tendem a ficar moles após descongelar. O congelamento beterraba cozida é possível, elas conservam o seu sabor e a sua textura."

Fonte daqui

Ingredientes

  • 3 Beterrabas cozidas
  • 1 Xuxu
  • 1 c. sopa de creme vegetal
  • 1 cebola pequena
  • 1 litro de caldo de legumes (caseiro ou biológico)
  • Sal q.b.
Preparação

1. Com o copo em funcionamento na vel 6-7, deitar pelo bucal a cebola cortada em quartos. Com a ajuda da espátula baixar os resíduos das paredes.

2. Juntar o creme vegetal e programa 3 minutos, T100º vel. 1.

3. Juntar a beterraba e o xuxo partidos em pedaços pequenos e programar 4 minutos T100º vel 1.

4. Adicionar o caldo de legumes e programar 25 minutos, T100º vel.1

5. No final do tempo triturar a sopa cerca de 45 segundos na vel 5-7-8.

6. Servir com amêndoa torrada ou folhas de mangericão.

Bom Apetite, Su

Bolachas de Fibra e Canela

Estar grávida é uma coisa surpreendente e fabulosa. É um estado que, por muito que imaginemos, só se consegue compreender verdadeiramente quando somos agraciadas por ele. O facto de imaginar que há uma vida, um pequeno ser humano completo e complexo, a ser gerado dentro de mim é algo que considero verdadeiramente surreal.

Ainda assim o estado de gravidez tem, como é óbvio, os seus senãos. As hormonas descontroladas, o peso e desconforto de uma barriga proeminente para quem era completamente lisa, e outros senãos que afectarão certamente muitas grávidas.
Felizmente consegui, até à data, ficar imune a uma série de problemas típicos e acredito seriamente que a alimentação cuidada que faço contribui em grande escala para isso.

E se há algo que uma grávida necessita na sua alimentação, para além dos vários nutrientes e vitaminas necessárias para o bebé, é a fibra. É de extrema importância para que tudo funcione já que, com a presença e peso de um pequeno bebé, tudo funciona de forma mais lenta.

Para além de incluir farelo de trigo puro nos meus lanches e/ou sopas, opto por alimentos integrais, muita fruta e ainda mais legumes e claro, faço os meus próprios alimentos tendo sempre especial atenção a esta questão.

E foi numa destas manhãs, enquanto tomava o meu pequeno almoço de leitinho com Fibre 1, que notei que a embalagem de cereais trazia uma receita para bolachas repletas de fibra. Não pensei duas vezes e nesse mesmo dia à noite pus mãos à obra. Alterei um pouco a receita, e em menos de nada tinha as bolachinhas feitas e prontinhas a ser comidas.



Ingredientes

  • 50 gr cereais Fibre 1 Nestlé
  • 150 gr Farinha Integral (a receita original pede farinha normal)
  • 75 gr creme vegetal
  • 1 c. chá de adoçante liquido
  • 1 ovo
  • Canela q.b.

Preparação

1. Triturar os cereais com uns toques de turbo na bimby.

2. Adicionar os restantes ingredientes. Programar 15 segundos vel. 6-7

3. Retirar porções com ajuda de uma colher de sopa e formar bolas, espalmar cada bola dando a forma de uma bolacha e colocar num tabuleiro de silicone (ou em papel vegetal).

4. Levar ao forno, pré-aquecido a 180º, durante 25 a 30 minutos.


Notas:
Estas bolachas ficam 'maçudas' e semelhantes aos cereais Fibre 1 pelo que, quem não aprecia estes últimos, poderá também não apreciar as bolachinhas.
Como-as ao lanche ou depois da refeição como sobremesa.


Bom Apetite, Su

Salmão com crosta de Pistachio em cama de grelos salteados

A descoberta do salmão foi para mim uma surpreendente e agradável novidade no processo de amadurecimento do meu gosto culinário. Lembro-me de ser miúda e abominar por completo a mera visualização da cor daquele peixe no prato, e hoje em dia é nada menos do que o meu peixe de eleição de todas as formas e feitios. Cru, assado ou grelhado desde que nunca passado do ponto exacto, o salmão é como que um rei no meu reino alimentar.

E se eu sou uma fã incondicional de salmão, já para o Nuno este não é, de todo, dos seus peixes favoritos. Por essa razão ultimamente tento cozinhá-lo sempre de forma diferente e apelativa para que faça parte da alimentação de ambos.
E foi assim que surgiu esta receita de salmão com crosta de pistachio e que, felizmente, se revelou um sucesso para o meu intento.
O maridito adorou, limpou o prato e ainda me deu indicações para voltar a repetir.  





Ingredientes

  • 2 Lombos de salmão
  • Pistachios q.b.
  • sumo de 1/2 limão
  • 2 c. sopa de azeite
  • 1 c. sopa de mangericão fresco
  • 1 c. chá de tomilho
  • Grelos cozidos
  • 1 dente de alho
  • Azeite q.b.
  • Sal e pimenta

Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 180º.

2. Misturar, numa taça, o azeite, sumo de limão, mangericão picadinho, tomilho e uma pitada de sal. Reserve.

3. Na bimby, colocar os pistachios descascados e dar uns toques de turbo para triturar.

4. Dispôr o salmão numa assadeira e cobrir com esta mistura. Colocar a crosta de pistachio por cima com cuidado. Levar ao forno por 15 a 20 minutos.

5. Colocar a bimby em funcionamento na vel 6-7 e pelo bucal deitar o dente de alho. Baixar com a ajuda da espátula e colocar o azeite a gosto. Programar 3 minutos, T 100º, vel 1.

6. Colocar os grelos cozidos no copo e programar 8 minutos, T 100º, vel colher inversa.

7. Num prato fazer uma "cama" de grelos e dispôr o lombo de salmão por cima.

Notas:
Na minha opinião o salmão deve estar num ponto em que, por dentro, ainda tem uma cor rosada e fica bem molhadinho. Quando passado demais o próprio sabor torna-se diferente, e por isso é preciso muita atenção ao tempo.

Bom Apetite, Su

Raviolis de cogumelos e ricota ao molho cremoso de Porto... e uma nova aquisição

Já andava a sonhar com uma pequena destas há uma série de tempo. Faltava-me a coragem porque, afinal, assim que a adquirisse teria mesmo de avançar com a experimentação de ser eu própria a fazer massa fresca.
Como grandes amantes de pastas de todas as formas e feitios achei que valeria a pena experimentar e o Nuno, como sempre, apoiou-me desde logo na compra da máquina de esticar massa.

Fiquei agradavelmente surpreendida com a facilidade de execução de uma massa fresca tendo a máquina para a esticar, mas ainda mais com o sabor que é realmente fantástico. É efectivamente diferente das massas secas e vale mesmo a pena experimentar. Não que tenha deixado de gostar das massas secas, de todo, até porque aprecio uma bela massa al dente algo que com a massa fresca é mais difícil de conseguir.



Ainda assim é claramente divertido fazer a nossa própria massa, com os nossos próprios ingredientes – integral por exemplo, mas esse será um outro post – e dar-lhe as cores e formas que nos apetecer.
E se não troco um belo linguini al dente, a minha massa favorita, consigo ver as vantagens da utilização da massa fresca sobretudo para massas  recheadas, placas de lasanha ou canelones.

Esta receita foi a primeira tentativa de muitas de uns belos raviolis recheados com um molho, também ele inédito e inventado, mas que resultou numa combinação aprovadíssima.



Ingredientes

Para a Massa:
  • 200 gr Farinha tipo 65
  • 2 ovos
  • Fio de azeite
Para o Recheio:
  • 200 gr Ricota
  • 1 embalagem de cogumelos portobelo
  • 2 dentes de alho
  • Azeite q.b.
Para o Molho:
  • 1 dente de alho
  • Creme vegetal
  • 1 cálice de vinho do Porto
  • 2 folhas de mangericão picadinhas
  • 1 c. sopa de Natas de Soja
  • Noz moscada
  • Oregãos
  • Sal e pimenta

Preparação

Da Massa:
1. Colocar no copo todos os ingredientes e amassar 2 minutos, vel espiga. Deixar repousar 10-15 minutos.

2. Retirar para uma superfície enfarinhada e  amassar um pouco de forma a que a massa se una uniformemente. Formar uma bola e dividir em duas partes iguais.

3. Usar a máquina seguindo as instruções, nunca saltando os níveis dado que isso apenas esforça a máquina e diminui a qualidade da massa.





Do Recheio:

1. Saltear os cogumelos partidos no azeite e alho com a borboleta, 8 minutos T100º vel colher inversa. Retirar apenas os cogumelos, sem o liquido (que será usado para o molho) e esperar um pouco para que arrefeçam. Deixar alguns (poucos) cogumelos também para usar no molho.

2. Misturar a Ricota e envolver bem.


Montagem:

1. Dispôr o recheio num dos lados massa, espaçando de forma a poder-se fechar os raviolis. Usar uma colher de chá para a quantidade de cada um.

2. Pincelar as bordas da massa e os intervalos com água e dobrar a massa sobre si própria de forma a que tape o recheio. Apertar de forma a que a massa sele e cortar da forma que se deseja. Usei uma faca mas a próxima aquisição será um cortador próprio.

3. Cozer em água fervente por 7-8 minutos - não mais do que isso porque a massa fresca é mais rápida.




Do Molho:

1. Retirar a borboleta do copo e adicionar o alho, préviamente picado, ao molho dos cogumelos. Programar 3 minutos T100º vel colher inversa.

2. Adicionar as especiarias e o mangericão e programar 1 minuto, T100º vel colher inversa. Adicionar o vinho do porto e deixar por mais 4 minutos.
3. Juntar as natas de soja e programar 1 minuto, T100º vel colher inversa.
4. Dispôr os raviolis no prato e regar com o molho.


Notas:
Numa primeira tentativa achei que deixei os raviolis demasiado grandes, meti mais do que 1 c. chá de recheio, mas da próxima fá-los-ei mais pequeninos.
É importante usar a água para conseguir selá-los bem, caso contrário ao cozerem abrirão. Felizmente só aconteceu a um dos meus raviolis.


Bom Apetite, Su

Bagels Integrais... Desejos, vontades ou simples saudades?!

Os Estados Unidos fazem parte do meu roteiro de viagens anual e confesso que é sempre um momento alto do ano quando lá estou. As diferenças de cultura, os típicos costumes e rotinas do dia-a-dia são temas que me intrigam e fascinam de cada vez que lá estou e, se por um lado não me identifico com determinadas características daquele povo, outras há que lamento profundamente não façam parte da cultura europeia.

Devido a este fascínio por aquele continente, meu e do maridinho, parte da nossa lua de mel teve de ter paragem obrigatória em Nova Iorque. E eu mal podia esperar para lhe dar a conhecer algo de que já há tanto tempo lhe falava: os famosos bagels tostadinhos com manteiga ou queijo creme.
E bastou a primeira ida ao Starbucks mais próximo, uma dentada naquela roda fofa e estaladiça e um golo de um café latte quentinho, para a rendição ser total.  

E os Bagels são a minha paixão americana nº 1. Mas, dada a minha condição de pré e futura mamã, este ano não poderei viajar até lá e consequentemente não poderei saborear aqueles pãezinhos em forma de donuts que tanto me apetecem – ainda para mais agora. Felizmente por cá, em Lisboa, descobri um local onde os posso comer e devo dizer que em nada se ficam atrás dos originais.

Mas resolvi ir um pouco mais longe e tentar aventurar-me eu própria na confecção destes meninos. E já agora, porque não reinventá-los e torná-los um pouco mais saudáveis para poder comê-los mais frequentemente?
O resultado foram uns bagels integrais fantásticos, textura perfeita ainda que não totalmente perfeitos no que diz respeito à forma. Esta foi já a terceira experiência mas calculo que com a experiência a técnica da moldagem se vá aperfeiçoando. Inspirei-me em várias receitas que fui encontrando, mas a combinação de ingredientes tem o meu próprio toque.



Depois de feitos eu congelo-os individualmente, abertos já em metades, e quando necessito de satisfazer um desejo basta retirar do congelador,  colocá-los na torradeira, um pouco de manteiga, queijo-creme ou um qualquer doce apetitoso e eis que o milagre ocorre…





Ingredientes

  • 500gr Farinha Integral
  • 2 c. chá de fermento seco
  • 2 c. chá de açucar
  • 250gr de água
  • 100gr leite magro
  • Pitada de sal
  • 2 c. chá de açucar + 2 c. chá de bicarbonato de sódio
  • Sementes de sésamo, papoula, linhaça, etc.

Preparação

1. Misturar 100gr de água morna com o fermento e as 2 c. chá de açucar. Aguardar um pouco para que o fermento se active.

2. No copo juntar a farinha e o sal e programar 20 seg vel 1. Juntar a restante água e a mistura anterior e programar 4m vel espiga.
Verificar se é necessário adicionar mais farinha. A massa deve ficar bem firme.

3. Formar uma bola e colocar numa tigela levemente untada, virando a massa para untar dos dois lados, e cobrir com um pano.. Deixar crescer até dobrar de tamanho, durante + ou - 1 hora.

4. Colocar na mesa, dar uns murros para baixar e deixar a descansar mais 10 minutos.

5. Cortar em porções e fazer bolas.Transformar cada bola num anel furando com o indicador ou com outro utensílio. Girar no dedo indicador para abrir - o buraco deve ter o tamanho de 1/3 do disco para que não feche quando a massa crescer.

6. Colocar num tabuleiro, cobrir com um pano húmido e deixar descansar por mais 10 minutos.

7. Ferver água numa panela grande, e depois baixar o lume. Colocar os bagels na água com uma escumadeira e deixar cozinhar durante 1 minuto no total, virando a meio do tempo cada bagel. Fazer por etapas para que os bagels tenham espaço à sua volta.

8. Retirar com a escumadeira para um papel absorvente para escorrer bem. Virar os baggels para os pratos com as sementes e colocá-los no tabuleiro.

9. Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante cerca de 20m ou até ficarem douradinhos.
Deixar arrefecer sobre uma rede.




Notas:
Neste caso só usei sementes de sésamo, mas podem e devem usar outro tipo de sementes para a cobertura.
Para fazer a forma pode-se também fazer rolinhos com a massa e depois unir as pontas, mas na minha opinião não ficam tão bonitos além do que há o risco de abrirem aquando da cozedura.

Bom Apetite, Su

Um docinho para a barriguinha...

Qual de nós não gosta de doces? Especialmente nós, mulheres, temos apetências para comer um bolinho ou sobremesa ocasionalmente, mas uma mulher grávida parece superar tudo.
Mesmo antes de saber que estava grávida, já o desejo por coisas doces tinha dado os seus sinais – levando-me mesmo, numa das nossas viagens, a surripiar bolachas que eram ofertas para as nossas mães – e com o passar do tempo essa vontade só aumentou.

Obviamente que me obrigo a não me deixar levar pelas vontades, mas de vez em quando não resisto a uma indulgência. E quando o faço, claro está, tento optar por coisas que realmente me satisfaçam e que deixem a barriguinha satisfeita por um largo período de tempo (digamos, uns 30 minutos).
E foi por isso que decidi fazer este tiramisu de morangos tão apetitoso, que me permitiu aliar o mascarpone pelo qual sou doida a uns morangos fresquinhos que são, nada mais, do que a minha fruta favorita.

Um tiramisu alternativo, mas sem dúvida delicioso…



Tiramisu Vermelho


Ingredientes

  • 500gr de morangos
  • 1 c. sopa de açucar de confeiteiro (fiz o meu na Bimby)
  • 1 c. sopa água fria
  • Sumo de 1/2 limão
  • 1 c. chá essência de baunilha
  • 3 ovos
  • 100gr açucar
  • 400gr mascarpone
  • Palitos La Reine q.b.
  • Raspas de chocolate q.b.

Preparação

1. Escolha 200gr de morangos, preferencialmente os menos bonitos, lave-os, retire-lhes os pés e coloque-os no copo com o açucar de confeiteiro, a água fria, o sumo de limão e a essência de baunilha. Triture uns segundos na vel 4-5. Reserve no frigorifico.

2. Separe as gemas das claras. Coloque as gemas no copo com metade do açucar e bata uns segundos na vel 5-6-7 até obter uma mistura fofa. Adicione o mascarpone e bata mais uns segundos até combinar.

3. Bata as claras em castelo (eu nunca uso a bimby para fazer isto, mas antes a batedeira), começando numa velocidade baixa e vá aumentando gradualmente. À medida que forem aumentando de volume, junte lentamente o restante açucar. Bata até ficar firme.

4. Junte a mistura do mascarpone às claras em castelo e envolva suavemente.

5. Mergulhe os palitos no creme de morango enquanto prepara os restantes ingredientes.

6. Coloque um pouco de creme mascarpone no fundo das taças. Corte os pés dos morangos restantes, corte ao meio em cumprimento e em lâminas médias e coloque-os de cabeça para baixo em redor das taças. Cubra com um biscoito molhado e por cima mais um pouco de mascarpone. Coloque um pouco de creme de morango. Pode fazer as camadas que desejar. Finalize com um pouco de creme de morangos e um pouco de mascarpone no centro e decore com raspas de chocolate.

Bom Apetite, Su

Pão Integral de Aveia com sementes

Vou falar-vos um pouco da minha avó materna. Alguém que teve um papel deveras importante na minha infância e que representou uma figura muito na forma como eu desenvolvi a minha própria personalidade.
A minha avó era a padeira da aldeia dela, algo que guardo comigo com um imenso orgulho. Ainda hoje por lá se fala que não houve mais ninguém a conseguir fazer o pão como ela o fazia. Um verdadeiro mito portanto.
E obviamente que não poderia falar aqui em fazer pão e não a mencionar a ela.

Eu adoro fazer pão em casa por várias razões.
Uma delas, e talvez a mais importante, é o facto de poder assim comer pão com mais qualidade e com uma série de ingredientes que aprecio por diversas razões. É óbvio que tudo aquilo que fazemos na nossa casa é sempre mais saudável, com ingredientes que sabemos exactamente quais são, sem excessos ou ingredientes disfarçados, e eu aproveito para fazer sandes ao meu gosto para levar para o trabalho – afinal, não há quem aguente a fome de uma grávida.

Outra das razões porque gosto de fazer o meu próprio pão é pelo aroma que espalha pela casa e que, sem dúvida alguma, me faz retornar à infância, aos tempos em que deambulava pelo Forno (entenda-se local onde era feito todo o pão da aldeia) apegada ao avental sempre enfarinhado da minha avó. Da minha avó padeira.




Ingredientes

  • 100gr Farinha de Aveia
  • 50gr Flocos de Aveia
  • 250gr Farinha Integral
  • 100gr Farinha Trigo
  • 2 c. chá de açucar amarelo
  • 1/2 c. chá de sal
  • 1 1/2 c. chá de fermento seco
  • 350gr água
  • Sementes de papoula q.b.
  • Sementes de linhaça q.b.
  • Sementes de girassol q.b.

Preparação

1. Misturar um pouco de água morna com o fermento. Aguardar um pouco para que o fermento se active.

2. No copo juntar a farinha de aveia, a água e a mistura do fermento, os flocos de aveia, 150gr da farinha integral, o açucar e o sal e  misturar uns segunfos na vel. 4-5

3. Juntar a restante farinha integral e a de trigo e programar 2 minutos vel. espiga.

4. Nos últimos 10 segundos juntar as sementes pelo bucal.

5. Colocar a massa na forma de pão, tapar com um pano de cozinha e deixar repousar e levedar por cerca de 1 hora a 1,5 hora. Eu coloco dentro do forno.

6. Após a levedura, pincelar com água e polvilhar com sementes de papoula e de linhaça. Levar ao forno a 180º por cerca de 30 a 40m.

Notas:
Eu deixei o pão por menos tempo no forno pelo que ficou mais mal cozido, como eu prefiro, mas nem por isso menos saboroso.
E, como qualquer pão, pode cortar-se em fatias e congelar.


Bom Apetite, Su
09 10